Um conto forte, real. Um drama urbano, solidão a dois, sexo, amor sem amar, viver a dois, sem papel passado, sem filhos. Mas o forte do texto é a psicologia do personagem masculino que matuta o tempo inteiro sobre a gravidez e indago: a indução do aborto foi somente dela?
Final muito bom! "A ferida doi?"
E fez me pensar: Qual a ferida? Da alma ou do corpo? Talvez para o casal, a ferida seja uma mera circunstância, mas com certeza, há muita coisa para se analisar nesse conto.
Abraço
akio